sexta-feira, 7 de julho de 2017

Casais que soltam "PUM" juntos têm relação mais duradoura. Você acredita?


Parece mentira, mas não é. 
Segundo estudo da psicóloga Leah DeCesare, de Rhode Island, Estados Unidos, casais que soltam "pum", um na frente do outro, tendem a ter um relacionamento mais estável e seguro. DeCesare afirma que as pessoas acabam deixando cair a máscara no correr de um relacionamento, de modo que o ápice da intimidade é atingido quando o casal se sente à vontade para partilhar "peidos" debaixo da mesma coberta - acredite quem quiser...
A psicóloga diz que, quando a mulher resolver dar um "peidinho" na frente do namorado ou marido, é uma mostra de exclusividade, é sinal de que ela escolheu aquela pessoa para dividir tamanha intimidade. Assim, soltar um "pum" na frente do parceiro pode significar “eu te amo”, segundo Leah DeCesare. Além disso, "peidar" da frente da pessoa amada  é sinal de bom humor, o que, de fato, é fundamental para o bom andamento de qualquer relação.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Walking Dead Baby



Pais celebram o primeiro aniversário do filho com bolo em formato de cérebro. Em pouco tempo, o pequenino se tornou um legítimo filhote de zumbi! Rsrsrs... Confiram o ensaio:








domingo, 18 de junho de 2017

Filho não se compara!


pai de menina - eduardo buzzinari
(Este texto é parte integrante do livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa, de Eduardo Buzzinari)


Logo, logo, sua linda pivetinha vai começar a engatinhar e depois de alguns (ou muitos) tombos ela finalmente vai ensaiar os primeiros passinhos. Por mais desengonçada que a menina possa parecer no início, ela certamente haverá de conseguir. Acredite! E quando isso acontecer, a euforia será geral: você irá contar a novidade para a vovó, para o vovô, pra outra vovó e pro outro vovô, pra madrinha de batismo, pra madrinha de consagração, pra madrinha de toalha, pro padrinho, pras titias, pros titios, pra pediatra, pra obstetra que fez o parto, pros amigos de infância, pra prima da diarista, pra sobrinha da esposa do porteiro, pro seu corretor de seguros, pra sua antiga professora do primário, pro veterinário do seu cachorro e até praquela atendente chata de telemarketing que te liga no meio da madrugada.
Geralmente nessa ordem de prioridades.
E mais. Além de engatinhar e andar, sua princesinha não tardará a embromar os primeiros sons e sílabas e logo estará balbuciando suas primeiras palavrinhas. Pelo menos assim o acharão o papai e a mamãe. Acostumados à convivência diuturna com a pequenina, ambos serão capazes de interpretar qualquer grunhido da piveta como a legítima expressão de uma manifestação intelectual consciente. Estarão convictos disso.
Desta forma, enquanto os outros estarão escutando-a articular sílabas desconexas e incompreensíveis, você e sua esposa garantirão que estão ouvindo perfeitamente ela pedir um biscoito ou perguntar como têm passado as visitas.
Não lhes parece óbvio?
         Enfim.
Tudo isso é muito lindo.
O problema todo acontece antes dela começar a engatinhar, falar ou andar. Principalmente quando se encontra com os pais de um bebê da mesma idade que já começou a executar alguma dessas tarefas primeiro que sua filhinha. E pode ter certeza de que, por mais desenvolvida que seja sua princesa, você sempre irá encontrar uma mãe tresloucada dizendo que o filho dela, além de já falar e andar corretamente, ainda toma banho sozinho, toca trombone e resolve equação de segundo grau.
       Mas deixe isso pra lá.
       Todo mundo sabe que cada criança se desenvolve no seu tempo. Sem neurose. O negócio é curtir sua pivetinha ao máximo, participando de cada pedacinho do seu crescimento. E ponto final. Você e sua esposa verão como tem coisa boa pela frente. Até porque as primeiras palavrinhas dela certamente vão ser mamãe e papai. E seus primeiros passinhos provavelmente serão para lhes dar um abraço.

Curtiu? Você pode adquirir o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa com essa e outras histórias clicando aqui!


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Abaixo-assinado virtual pede a libertação de pai que matou o estuprador da filha




          Mais de 11 mil pessoas já assinaram uma campanha online pela libertação do americano Jay Maynor, de 43 anos, sentenciado a 40 anos de prisão por matar o homem que estuprou sua filha em diversas ocasiões quando ela era criança. A sentença de Maynor foi proferida em novembro de 2016.

          Em 2014, o pai assassinou a tiros Raymond Earl Brooks, então com 59 anos. Ele foi avô adotivo da menina, hoje com 24 anos e mãe de três crianças. Brooks já havia sido sentenciado, em 2002, a cinco anos de prisão pelo estupro. Segundo familiares, Maynor resolveu matar o criminoso pois a ida a julgamentos sobre o assédio despertava sucessivamente a experiência traumática na filha.

         "Basicamente, ele tomou essa decisão para que eu não tivesse que viver novamente o assédio e também ficar na frente de várias pessoas falando sobre isso e trazendo de volta memórias do abuso", falou a filha de Maynor ao site AL.com na época da sentença do pai. "Meu pai estava me protegendo, como um pai deve fazer. Ele é um pai incrível — na verdade, o melhor de todos. Ele nos ama muito", completou, pedindo anonimato.

           Agora, a jovem diz estar vivendo em um "inferno" após a decisão sobre a prisão. A campanha, no site Change.org, pede que o presidente Barack Obama e o governador do estado do Alabama intervenham no caso.

Fonte: oglobo.globo.com

sábado, 3 de junho de 2017

Pais atraentes geralmente têm filhas e não filhos, revela estudo




A Katie Holmes e o Tom Cruise têm a Suri. A Angelina Jolie e o Brad Pitt, a Shiloh, e aí por diante. Um novo estudo mostra que pessoas atraentes normalmente produzem mais meninas que meninos.

A pesquisa foi feita pelo psicólogo Satoshi Kanazawa, que escreveu um livro chamado “Por que pessoas bonitas têm mais filhas?”. O estudo foi longo – 17 mil bebês nascidos na década de 50 foram acompanhados. Seus professores deviam dar uma nota para a atratividade das crianças quando elas tinham 7 anos. Quarenta e cinco anos depois, elas foram entrevistadas novamente e as que foram consideradas mais atraentes normalmente tinham mais filhas em vez de filhos.
A hipótese de Kanazawa é que, como a beleza acaba beneficiando mais as mulheres que homens em termos reprodutivos (homens buscam uma parceira bonita enquanto moças buscariam um parceiro confiável e estável), seria lógico que pais bonitos produzissem mais filhas, pois seriam elas que se beneficiariam dessa genética.
É claro que é uma pesquisa controversa (e que não explica como a Gisele Bundchen deu à luz a um menino) e até agora não há como provar seus resultados, que poderiam ser explicados apenas por coincidência numérica, permitida pela probabilidade. No entanto, os pesquisadores estão divulgando os resultados justamente para acender o debate e tentar chegar a uma conclusão mais sólida. [The Body Odd]