sábado, 3 de junho de 2017

Pais atraentes geralmente têm filhas e não filhos, revela estudo




A Katie Holmes e o Tom Cruise têm a Suri. A Angelina Jolie e o Brad Pitt, a Shiloh, e aí por diante. Um novo estudo mostra que pessoas atraentes normalmente produzem mais meninas que meninos.

A pesquisa foi feita pelo psicólogo Satoshi Kanazawa, que escreveu um livro chamado “Por que pessoas bonitas têm mais filhas?”. O estudo foi longo – 17 mil bebês nascidos na década de 50 foram acompanhados. Seus professores deviam dar uma nota para a atratividade das crianças quando elas tinham 7 anos. Quarenta e cinco anos depois, elas foram entrevistadas novamente e as que foram consideradas mais atraentes normalmente tinham mais filhas em vez de filhos.
A hipótese de Kanazawa é que, como a beleza acaba beneficiando mais as mulheres que homens em termos reprodutivos (homens buscam uma parceira bonita enquanto moças buscariam um parceiro confiável e estável), seria lógico que pais bonitos produzissem mais filhas, pois seriam elas que se beneficiariam dessa genética.
É claro que é uma pesquisa controversa (e que não explica como a Gisele Bundchen deu à luz a um menino) e até agora não há como provar seus resultados, que poderiam ser explicados apenas por coincidência numérica, permitida pela probabilidade. No entanto, os pesquisadores estão divulgando os resultados justamente para acender o debate e tentar chegar a uma conclusão mais sólida. [The Body Odd]


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Livro infantil distribuído pelo MEC narra incesto entre pai e filha




Bola fora do MEC. Até acho que a arte deve ser livre de censura, mas incesto não é um tema adequado para se tratar com crianças (ainda em formação) de menos de oito anos de idade. Segue a matéria:
O livro “Enquanto o Sono Não Vem”, que sugere o casamento entre pai e filha, foi aprovado e distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) a escolas públicas de todo o Brasil para ser utilizado por alunos de primeiro ao terceiro ano do ensino fundamental (entre 6 e 8 anos de idade). A obra de José Mauro Brant, da Editora Rocco, está no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), e foi denunciada por profissionais de educação no Espírito Santo.
O livro reproduz o peoma “A Triste História de Eredegalda”, que fala do pedido de casamento de um rei a uma de suas filhas. A proposta do pai é que a mãe da menina seja criada deles. Ao recusar o convite , a menina é presa em uma torre, onde passa sede. Ao pedir à mãe e às duas irmãs para beber água, ela não recebe ajuda por ameaças de morte do pai. Por fim, acaba aceitando o convite do pai para se casar, mas acaba morrendo antes. O livro foi comprado pelo MEC em processo de seleção realizado em 2014.
Fonte: Jornal Livre (jornalivre.com)

domingo, 21 de maio de 2017

Nova resenha do Livro "Pai de Menina"




Segue a resenha feita pela nossa parceira Lya Rodrigues, A Livronática:

"Olá, bookaholics! 😘 Hoje venho com a resenha do livro Pai de menina do autor parceiro @_paidemenina_ , acompanhem meu ponto de vista do livro 👇

Livro: Pai de menina
Autor: Eduardo Buzzinari
Editora: Novo Século 
Páginas: 144

Resenha: Em pai de menina, vamos conhecer as aventuras de homens que serão pais (de uma menina) pela primeira vez. Através de "conversas" com o leitor, o autor nos fala sobre todas as mudanças que ocorrem na vida de um homem com a descoberta da chegada de uma "pivetinha". 🎀

O livro é super leve, confesso que super bem-humorado, encontramos umas partes bem engraçadas mesmo. Como na hora da escolha do nome para a criança. 🙊

Ele nos fala sobre as piadas sem graça que se tornam inevitáveis para para o futuro papai. E o legal desse livro é que ele é muito fofo, a maneira que o autor nos fala, é bem sincero. Vale ressaltar também como ele descreve a futura mamãe, você se pega rindo sozinha porque é realmente dessa maneira que as mulheres ficam, em uma tpm crônica, rsrs. 👜

Eu achei um livro muito bom, não só para os futuros pais, como também para babás ou alguém que tenha o desejo de ser pai ou mãe. Eu já fui babá e pude relembrar vários momentos que cuidei de minha princesinha. Como a primeira troca de fraldas ou arrumando-a toda "cor-de-rosa". É uma experiência única e vale qualquer "vergonha" que um pai possa sentir. 💕

E para quem descobriu que vai ser papai de uma menininha, não se desespere não. Procure o livro Pai de menina e você vai entender que nunca mais será o mesmo, que sempre terá aquela alegria e sempre com surpresas na sua vida, antes "monótona". 

O livro conta com guias passo a passo de alguns momentos que o papai irá viver.. tudo muito bem humorado e com muito amor de pai. Eu gostei da leitura sim. Há uns trechos com certo exagero. Mas nada que prejudique a ideia principal do livro. Mas eu recomendo pra quem tem interesse por esse gênero de livro. Para pessoas sensíveis, futuros pais, babás ou que gostem do gênero. Se não for desses, nem perca seu tempo.

Vale dizer também que o livro conta com capítulos soltos. Você pode ler a maioria em desordem. Você escolhe! Adquira o seu e boa leitura. ❤

terça-feira, 9 de maio de 2017

Crônica do livro "Pai de Menina" é premiada pela Academia de Letras, Artes e Ciências do Brasil




        Crônica do livro "Pai de Menina" é premiada pela Academia de Letras, Artes e Ciências do Brasil (ALACIB), com sede em Mariana/MG. Valeu pelo reconhecimento, pessoal!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Foto emocionante de recém-nascida sorrindo entre as luvas do pai morto




        Hector faleceu um mês antes do nascimento da pequena Audrey em um trágico acidente. Amante de motociclismo, o papai não teve a oportunidade de ter em seus braços sua filhota. A mamãe, então, resolveu homenageá-lo de uma forma muito especial. E promoveu o ensaio de newborn com a princesinha deitada entre as luvas do pai.
        Um ou outro pode até achar meio mórbida a ideia de criar uma conexão entre um bebê (símbolo máximo da vida) e a morte, tema este sempre tão delicado e difícil de lidar e compreender. Mas eu confesso que me emocionei com a bela imagem deste abraço entre pai e filha que ultrapassou os limites da eternidade. E a pequena Audrey também curtiu. Olha só o sorriso dela!



segunda-feira, 24 de abril de 2017

O Sexo dos Brinquedos


pai de menina - sexo dos brinquedos - eduardo buzzinari
(Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa, de Eduardo Buzzinari)


Volta e meia, o ser humano me surpreende. Às vezes, fico pensando em como o homem – que foi capaz de criar coisas fantásticas como o ônibus espacial, a escada rolante e a barra de chocolate meio amargo com castanhas – ainda hoje continua a separar brinquedos de menina e de menino.
Peraí... E brinquedo tem sexo?
Não deveria, mas tem sim.
Basta entrar numa loja de departamentos qualquer para constatar que existe o lado masculino, o lado feminino e um território neutro entre uma prateleira e outra, onde se localizam os jogos de tabuleiro e outros brinquedos enquadrados na categoria unissex. É ou não é assim?
Pior que isso é perceber que os meninos podem ser astronautas, cavaleiros, lutadores, cientistas ou pilotos de corrida; e que as meninas podem optar entre cozinhar, lavar, passar, limpar a casa ou cuidar dos bebês. Segundo fontes de pesquisa, o brinquedo mais vendido para as pequeninas, no ano passado, foi uma pia de lavar louça que esguicha água de verdade... Fala sério! É decepcionante ver que ainda criamos nossas filhas para o serviço doméstico, exatamente como se fazia há duzentos anos atrás – uma época em que as mulheres não votavam, não trabalhavam e ainda chamavam o marido de meu senhor. O tempo passou, mas continuamos a repetir os mesmos padrões de comportamento com os quais fomos criados. Até quando?
Já está na hora de revermos esses conceitos, parceiro.
Tenho certeza de que minha filha não se tornará menos feminina se quiser andar de skate, jogar futebol ou se vestir de super-herói. E o mesmo vale para os meninos. Brincar de bonecas, por exemplo, pode ser um ótimo exercício para um futuro papai amoroso, que aprenderá, desde cedo, o papel do homem na divisão de tarefas domésticas.
Afinal, brinquedo não é de menina ou de menino.
É de criança!
Que mal tem uma garota gostar de carrinhos ou um garoto querer ser cabeleireiro?
Respeito e tolerância são as melhores lições que posso passar para minha filha, esteja ela brincando num castelo de piratas ou numa cozinha de mentira. Aliás, ela pode ser o que quiser no mundo da fantasia. Inclusive uma boa dona de casa – por que não? Mas será criada para descobrir a cura do câncer, reescrever a teoria dos buracos negros e, se preciso, salvar o planeta de uma invasão alienígena.

E, se nada disso der certo, que pelo menos deixe o mundo um pouco melhor do que era antes dela nascer. E, para mim, é o que importa.

Curtiu? Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa clicando aqui!