segunda-feira, 24 de abril de 2017

O Sexo dos Brinquedos


pai de menina - sexo dos brinquedos - eduardo buzzinari
(Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa, de Eduardo Buzzinari)


Volta e meia, o ser humano me surpreende. Às vezes, fico pensando em como o homem – que foi capaz de criar coisas fantásticas como o ônibus espacial, a escada rolante e a barra de chocolate meio amargo com castanhas – ainda hoje continua a separar brinquedos de menina e de menino.
Peraí... E brinquedo tem sexo?
Não deveria, mas tem sim.
Basta entrar numa loja de departamentos qualquer para constatar que existe o lado masculino, o lado feminino e um território neutro entre uma prateleira e outra, onde se localizam os jogos de tabuleiro e outros brinquedos enquadrados na categoria unissex. É ou não é assim?
Pior que isso é perceber que os meninos podem ser astronautas, cavaleiros, lutadores, cientistas ou pilotos de corrida; e que as meninas podem optar entre cozinhar, lavar, passar, limpar a casa ou cuidar dos bebês. Segundo fontes de pesquisa, o brinquedo mais vendido para as pequeninas, no ano passado, foi uma pia de lavar louça que esguicha água de verdade... Fala sério! É decepcionante ver que ainda criamos nossas filhas para o serviço doméstico, exatamente como se fazia há duzentos anos atrás – uma época em que as mulheres não votavam, não trabalhavam e ainda chamavam o marido de meu senhor. O tempo passou, mas continuamos a repetir os mesmos padrões de comportamento com os quais fomos criados. Até quando?
Já está na hora de revermos esses conceitos, parceiro.
Tenho certeza de que minha filha não se tornará menos feminina se quiser andar de skate, jogar futebol ou se vestir de super-herói. E o mesmo vale para os meninos. Brincar de bonecas, por exemplo, pode ser um ótimo exercício para um futuro papai amoroso, que aprenderá, desde cedo, o papel do homem na divisão de tarefas domésticas.
Afinal, brinquedo não é de menina ou de menino.
É de criança!
Que mal tem uma garota gostar de carrinhos ou um garoto querer ser cabeleireiro?
Respeito e tolerância são as melhores lições que posso passar para minha filha, esteja ela brincando num castelo de piratas ou numa cozinha de mentira. Aliás, ela pode ser o que quiser no mundo da fantasia. Inclusive uma boa dona de casa – por que não? Mas será criada para descobrir a cura do câncer, reescrever a teoria dos buracos negros e, se preciso, salvar o planeta de uma invasão alienígena.

E, se nada disso der certo, que pelo menos deixe o mundo um pouco melhor do que era antes dela nascer. E, para mim, é o que importa.

Curtiu? Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa clicando aqui!


sexta-feira, 21 de abril de 2017

domingo, 26 de março de 2017

O blog "Maternidade Literária" resenhou o livro "Pai de Menina"! Confira aí:

Por Patrícia Miranda - @maternidadeliteraria @materliteraria
http://maternidadeliteraria.blogspot.com.br/

Olá...
Vamos falar sobre o assunto que eu mais amo??
Sim, livros!!!
O autor Eduardo Buzzinari enviou para o blog o livro Pai de Menina bem vindo ao mundo Cor de Rosa.



Este livro fantástico nada mais é que como ele mesmo diz: Um guia bem humorado para os futuros papais de meninas.
O casal quando recebe a notícia de que vem bebê em breve não imagina o que está por vir.
Idealizamos uma gestação ,um relacionamento com os amigos e familiares,festas... Hoje em dia anunciar uma gravidez envolve muitas festas,sim...
Começa com o anúncio,depois o chá revelação,em seguida chá de fraldas, chá de boas vindas,nasceu agora é batizado hummm não podemos esquecer o famoso mêsversario. Daí pra frente, são as tradicionais comemorações. O que os papais de primeira viagem não sabem é que muitos hormônios oscilam durante as 40 semanas de gestação podendo render muitas lágrimas sem razão específica para a mamãe e muita dor de cabeça para o papai.

Eduardo nos prepara de forma super, super divertida para o que nos aguarda.Como já sou mãe, ri muito durante o livro todo por, simplesmente, ser a mais pura realidade.
E, coincidentemente, sou mãe de uma "piveta" também e, acredite, fiz muito, muito mesmo, algumas coisas que ele menciona. E o papai Machado aqui também teve que aturar muito pai de "pivete" tirando vantagem.
O livro conta com, posso dizer, 31 capítulos, episódios de uma gestação e vida de pai de menina. Garanto que são 31 capítulos bem divertidos.
Uma leitura leve, descontraída e realista !
Li este livro muito rápido por simplesmente não conseguir larga-lo ( esses são os melhores livros em minha opinião).
O que digo, repito e deixo eternamente registrado é que TODO Pai e Mãe de Menina precisa ler este livro .

Com certeza você estará bem armado quando anunciar o sexo do bebê para seus amigos, saberá o que esperar do enxoval de sua "piveta" e sempre, sempre mesmo cederá seu lugar na fila do banheiro para uma gestante,seja ela conhecida ou não!!

Corra na livraria mais próxima e adquira seu exemplar, vale também presentear aquele casal de amigos que espera sua primeira princesinha.
Ou aguarde que, em breve, teremos sorteio de um exemplar com marcador de páginas no Instagram do blog.
Mas, se for ansioso como eu, aproveite o domingo e corra na livraria mais próxima.

Nota 10 para este livro e ainda digo que acho justo uma sequência com o guia de Pai de Duas Meninas,rsrs 
Boa leitura!!!

segunda-feira, 6 de março de 2017

Resenha do Livro "Pai de Menina", por Carol Sant



Oi pessoinhas!
Tudo belezinha com vocês? Espero que sim.
Hoje venho com a resenha de um livro que foi lançado há pouquinho tempo, que eu li e me diverti bastante durante a leitura. Curiosos?
Não consigo dizer para vocês o quanto que eu ri enquanto lia esse livro, é um guia para futuros papais de meninas, isso mesmo que você leu. Mas o mais legal deste livro, não é apenas por ele ser um guia, mas por ser um guia muito, mas muito bem humorado!
Além do autor que é pai de duas menininhas muito lindinhas, ele dá dicas de como agir em certas situações e dicas do que fazer em outras tantas situações, porque, convenhamos, lidar com mulher grávida não deve ser muito fácil né! (HAHA)
Confesso que em algumas partes do livro, me deparei com um homem um pouquinho machista para algumas situações da vida e assuntos relacionados a ela. Mas, claro que não levei a sério essa pequena parte. Compreendo que o livro é para um público masculino também, onde o autor quer ajudar os futuros papais a lidar tanto com sua companheira como com as situações que eles irão vir a passar!
A maior parte do livro é muito engraçada, o autor nos coloca em situações tanto de casais, quanto com amigos do casal que nos faz gargalhar de tanto rir por achar tal coisa tão absurda ou tão sem sentido. É realmente muito bom, também é um livro para passar o tempo e se introduzir nesse mundo de papais e mamães e como eles lidam em certas ocasiões.
O autor nos mostra como é acompanhar a futura mamãe nas sessões de fotos (por que não tem uma mulher grávida com condições que não tenha feito uma grande sessão de fotos ou até mesmo, um enorme book de sua gravidez durante os 9 meses). 
Ele consegue nos fazer gargalhar com situações inusitadas e até mesmo que nós nem imaginamos. Como por exemplo, aquele seu amigo que é pai de um menino e acaba de saber que você será pai de uma menininha, e obviamente faz aqueles tipo comentários que dão a entender que aquele menininho sem graça ficará amorosamente com a sua linda menininha.
É uma leitura leve, com uma narrativa muito fluída e que tem ótimos conselhos para os futuros papais de meninas e um GRANDE CONSELHO E TALVEZ O MAIS IMPORTANTE DE TODOS, nunca queira discutir com uma mulher grávida!
Recomendado, com certeza.
Beijos da Cah 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sexo na Gravidez


pai de menina - eduardo buzzinari
(Este texto é parte integrante do livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa, de Eduardo Buzzinari)


Sexo na gravidez. Este é, sem dúvida, um dos assuntos sobre o qual mais bobagem já se falou, empatado com o esquema tático da seleção brasileira na copa do mundo e a vida eterna. Aliás, falar bobagem quando o assunto é sexo, torna-se quase uma redundância. Sexo é uma bobagem. E deve ser exatamente por isso que é tão difícil de tirá-lo da cabeça, seja no bar, na balada, na praia ou no escritório. Parece que todo mundo só pensa naquilo.
Naquilo.
Mas pode pensar naquilo durante a gravidez?
Há controvérsias... E o certo é que o tema desperta mais dúvidas do que se possa imaginar. Pode nos três primeiros meses? Pode na última semana? Pode sem camisinha? Pode com força? Pode atrás? Pode de quatro? Pode engolir? Pode ter orgasmo sem penetração? Pode fazer a armadilha da serpente? (que diabo é isso?) Pode a fechadura entrelaçada? (essa você conhece, só não sabia que tinha esse nome) Pode a rachadura do bambu? (se você não conhece essa, parceiro... precisa atualizar sua vida sexual) Pode isso, pode aquilo? E etecetera e etecetera.
Aí, como nem tudo dá pra perguntar para a ginecologista (ou até dá, mas nem sempre se tem coragem), o jeito é caçar as respostas no Google. E foi depois de uma dessas pesquisas pela internet que a Ana e o Roberto começaram a se estranhar.

- Roberto, acabei de ler nesse site de gestantes que fazer sexo durante a gravidez é super seguro.
- Tem certeza?
- Claro. Escuta só o que tá dizendo: sexo faz bem para a relação do casal, pode ser feito sem restrições até a chegada do bebê e é seguro, desde que seja uma gestação saudável e sem intercorrências.
- Tá escrito isso?
- Tá sim. Quer ler?
- Não precisa, eu confio em você. E quem escreveu?
- Não sei. Deve ter sido a autora desse site, Gestante Sabida.
- Mas ela é médica?
- Não, publicitária.
- Hum...
- Que foi?
- Nada. Que será que ela quis dizer com intercorrências?
- Sei lá, Roberto. Deve ser alguma coisa grave, tipo um sangramento ou coisa parecida.
- E aquela cólica que você teve semana passada?
- Ah, já passou...
- Mas será que não foi um tipo de intercorrência?
- Acho que não.
- E como você sabe?
- Aqui no site tá escrito que sentir cólica durante a gravidez é normal.
- Sei não.
- Ih, Roberto... Você não confia em mim?
- Em você eu confio. Só não confio na Gestante Sabida.
- Se você não quer fazer sexo comigo, é só falar!
- Não é isso, Ana...
- É o meu corpo? É a minha barriga que te desagrada?
- Claro que não. Sua barriguinha tá linda!
- Tá linda, mas não te excita?
- Não, quer dizer, sim...
- É por que eu parei de depilar as axilas?
- Você parou?
- Nem reparou, né?
- Mas foi por causa da gravidez?
- Não. Esqueci mesmo.
- Não é isso. É que...
- Então são meus gases?
- Gases?
- Vai dizer que não reparou nisso também?
- Não, pensei que fosse o encanamento do banheiro...
- Ah, Roberto... Você e suas desculpas! Quando a gente namorava, era todo dia, toda hora; depois que casamos, passou a ser só nos fins de semana e nas vésperas de feriado... E agora isso?
- Mas, Ana...
- A culpa é toda minha... Eu é que estou muito fácil, oferecida. Mulher não pode ser assim! Tem que bancar a difícil, se fazer de durona...
- Você está sendo injusta comigo.
- Ah, injusta?
- Injusta sim. E vou provar como você está errada. Tá vendo esse embrulho? Eu tava guardando pro dia dos namorados, mas...
- Pro dia dos namorados?
- Isso.
- Ah, Roberto... Me desculpa. E o que é?
- Abre pra ver.

Pára tudo! Agora você escolhe o final:
Se você quer que a Ana abra o presente, siga adiante. Se você prefere que ela não abra e aguarde o dia dos namorados para recebê-lo, salte algumas linhas e siga adiante mais à frente.

Final um: Ana abre o presente

- Abre pra ver.
- Hum... O que será?
- É uma coisinha para mamãe mais sexy deste mundo.
- Ai, Roberto... E eu fazendo mau juízo de você.
- Esquece isso. Vai, continua abrindo!
- Uau! Uma lingerie! Mas... Peraí! Roberto, você viu o tamanho dessa calcinha? Você acha que vou usar uma coisa dessas? Que tipo de mulher você pensa que eu sou? Ora, me respeita! Eu tô grávida...

Final alternativo: Ana não abre o presente

- Abre pra ver.
- Não, agora não. Não quero estragar a surpresa. Guarda pra me entregar só no dia dos namorados, tá meu amorzinho?
- Você que manda. Então, agora vamos esquecer essa briga... Vem cá meu chuchu, meu docinho de coco, meu torresminho...
- Ih, Roberto... Sai pra lá! Hoje não! Tou com dor de cabeça.

É, parceiro... Discutir com mulher grávida é como decidir se vai pular da frigideira para o fogo.
Se ficar, o bicho pega. Se correr, o bicho come.

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