quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Arte em giz de cera
Tô ficando bom nisso. Já dá até pra identificar qual é cada princesa!
Arte: Eduardo Buzzinari
Coloristas: Lara e Liz
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Visitando o recém-nascido
(Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa, de Eduardo Buzzinari)
Sabe aquele primo de
terceiro grau que você não via desde o verão de 98 e é mais chato que
pernilongo zoando no ouvido? Você sabe de quem eu estou falando... Ele mesmo.
Todo mundo tem um primo assim.
Pois é.
É justamente esse sem
noção quem vai aparecer na sua casa no dia em que você chegar da maternidade
com a nenê recém-nascida. Você e sua esposa sequer terão tido tempo de desfazer
as malas e lá estará ele tocando a campainha. Provavelmente acompanhado de uma
namorada duas vezes mais velha e seus três filhos do primeiro casamento. Aí,
ele vai acordar a menina, vai apertar o queixinho dela sem lavar as mãos, vai
espirrar no rosto da pobrezinha e, para arrematar, vai disparar a seguinte
pérola – em alto e bom tom – Acho que ela
puxou o primo! E olha que o infeliz é capaz de espantar o capeta com um
sorriso! É tanta beleza que até hoje não se sabe se a cara dele é assim mesmo
ou se o médico o puxou do lado avesso na hora do parto.
Foi pensando neste tipo de
convidado – que, aliás, nem foi convidado – que resolvi compilar da internet
uma série de regras de etiqueta sobre o assunto e formar uma espécie de guia do visitante do recém-nascido para
uso doméstico. Assim, sugiro que você rasgue a página a seguir e a envie a
todos os parentes e amigos que representem ameaças, digo visitas, em potencial.
Principalmente para aquele tal primo de terceiro grau com o desconfiômetro quebrado. Segue aí.
Guia do Visitante do Recém-nascido
Regra nº 1 – Avalie a
necessidade de visitar o recém-nascido. Sua visita é realmente tão
indispensável que não possa esperar por alguns dias, meses, anos, a vida
inteira ou um pouco mais para acontecer? Lembre-se: na dúvida, não vá!
Regra nº 2 – Ligue antes
de ir. Assim, os pais do bebê poderão inventar uma desculpa qualquer e evitar o
transtorno da sua visita.
Regra nº 3 – Caso as
regras nº 1 e 2 não tenham sido o bastante para lhe fazer mudar de ideia, vá
sozinho(a) e fique o mínimo possível. Sozinho(a) significa desacompanhado(a) e
o mínimo significa no máximo uns dez minutos, ok?
Regra nº 4 – Lave as mãos
antes de entrar no quartinho do bebê, o que, obviamente, não significa um
permissivo para tocar no que quer que seja.
Regra nº 5 – Nunca beije
as mãos ou o rosto do recém-nascido. E caso o recém-nascido seja a minha filha,
a proibição fica estendida até os trinta e cinco anos de idade para visitantes
do sexo masculino.
Regra nº 6 – Não tire
fotos para compartilhar em redes sociais. Principalmente se a mamãe estiver
descabelada, de camisola e com olheiras. Ou seja, não tire fotos nunca.
Regra nº 7 – Jamais peça
para acordar o bebê. A não ser que você queira despertar a ira de um dragão de
sete cabeças, loucamente enfurecido e cuspindo fogo pelas ventas. Falo da mãe,
e não do bebê.
Regra nº 8 – Guarde os
palpites para si mesmo(a). O papai e a mamãe já estarão suficientemente
estressados para você irritá-los ainda mais com seu papo furado.
Regra nº 9 – Se estiver
doente, não vá. Se estiver sadio(a), pense duas vezes antes de ir.
Regra nº 10 – Hora de
amamentar é hora de ir embora. Não espere os donos da casa colocarem uma
vassoura atrás da porta. Ou darem com a vassoura na sua cabeça.
E é isso. Eu perco o
amigo, mas o bebê não perde o sono.
Curtiu? Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa clicando aqui!
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
CHILDFREE: É PROIBIDO PROIBIR
Primeiro eu achei que era
piada.
Depois, pensei melhor e
percebi que ninguém seria capaz de uma brincadeira tão sem graça. O tal negócio
era sério mesmo.
Childfree. Ou, na tradução
literal, “livre de crianças”.
Para quem, por sorte, nunca
ouviu essa palavra antes, vale uma breve explicação. O childfree é um movimento que busca restringir a entrada dos
pequeninos em hotéis, bares, restaurantes e outros estabelecimentos
aparentemente feitos para adultos. Os simpatizantes defendem que é uma forma de
se garantir a paz e o sossego em locais frequentados por casais sem filhos, que
assim podem se embriagar em silêncio antes de seguir para o motel. Eu sei... É
realmente difícil se acreditar em certas coisas. Fantasmas, extraterrestres, a
lei de fidelidade partidária, o microfone do Sílvio Santos... Tem gente que
duvida até hoje que o homem foi à Lua, só para citar um exemplo. Eu mesmo
custei a aceitar que a seleção havia perdido a final da Copa de 98, embora tenha
assistido àquele desastre pela televisão, como todos os outros brasileiros.
Achava que acordaria no dia seguinte e que todos aqueles gols teriam sido um
pesadelo pavoroso, fruto de um delírio nacional coletivo que contagiara torcida
e imprensa num imenso surto psicótico. Fiz terapia e tudo.
Mas pior que o Zidane só
mesmo o childfree – muito
provavelmente os gênios que tiveram esta brilhante ideia se esqueceram de que eles
próprios já foram crianças um dia.
Fico aqui pensando com
meus botões qual seria a reação das pessoas se a tal proibição atingisse um outro
segmento social, como os homossexuais, os deficientes, os índios ou os
torcedores do América. Imagine só: “neste supermercado idosos não entram” ou
“gordos não são bem-vindos nesta pizzaria”, ou ainda, “nada de torcedores do América
perto da minha barraca de maria-mole”. Parece bizarro, não?
Colocando as coisas nestes
termos, fica claro que o childfree,
sob o manto de um falso movimento libertário, encerra um discurso de ódio e
intolerância contra crianças. É claro que a opção de não ter filhos é uma
escolha tão natural quanto qualquer outra e, como tal, merece respeito. O
problema acontece quando essa opção transborda a esfera individual para se
transformar num movimento que enxerga as crianças como criaturas inimigas. É
justamente nesse ponto que toda a ideologia se perde, pois quem se sente
plenamente feliz e realizado com suas escolhas não tem necessidade de convencer
(ou obrigar) os demais a pensarem do mesmo modo.
Na verdade, o childfree é um movimento fascista,
segregador e fruto de uma moralidade distorcida, na medida em que não se
restringe à opção de não ter filhos, mas se esforça em afastar as crianças do
convívio social. Prova maior disso é a placa recentemente colocada numa
lanchonete de São Paulo, na qual se diz “cachorros são bem-vindos, mas favor
amarrar as crianças ao poste”. Precisa dizer mais? Sorte deste sujeito que o
cachorro dele não sabe ler.
E sorte nossa que as
crianças não são politicamente organizadas a ponto de responderem na mesma
moeda. Pois eu detestaria ser proibido de entrar na sorveteria.
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terça-feira, 7 de novembro de 2017
O MANUAL DO PAI DE MENINA
Todas as respostas que você queria num só lugar!
📖 | PAI DE MENINA [⭐️⭐️⭐️⭐️🌟]
Editora: @novoseculoeditora
"Pai de Menina" conta a história de um homem que será pai (de menina) pela primeira vez. O autor traz dicas e um guia completo de como agir em certas situações que acontecem no dia-a-dia quando você se torna pai. O livro contém as etapas da gravidez e todo o acompanhamento paterno. Cada conselho é essencial para a melhora do estilo de vida familiar! A leitura é leve e descontraída, com uma narrativa fluída. Eu, particularmente, desde o início do livro achei muito engraçado! Recomendo não só para os futuros pais de uma "pivetinha" mas também para quem tem interesse no gênero.
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Sou PAI de MENINA e por isso estou SEMPRE LINDO!
Nossa homenagem aos papais que não têm medo de parecerem menos machões para arrancarem um sorriso de suas filhotas!
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
"Pai de Menina" em espanhol!
A cada vuelta y media que doy, el ser humano me sorprende cada vez más. A veces, me pregunto cómo el hombre – que fue capaz de crear cosas fantásticas como el autobús espacial, la escalera mecánica y la barra de chocolate medio amargo con avellanas – todavía hoy sigue separando juguetes para niña y niño.
Espera… ¿Y el juguete tiene sexo? No debería, pero sí infelizmente lo tiene.
Sólo hay que entrar a una tienda departamental cualquiera para constatar que existe el lado masculino, el lado femenino y un territorio neutro entre un estante y otro, donde se localizan los juegos de tablero y otros juguetes encuadrados en la categoría unisex. ¿Es o no es así?
Peor que eso es percibir que los niños pueden ser astronautas, caballeros, luchadores, científicos o pilotos de carrera; y que las niñas pueden optar entre cocinar, lavar, planchar, limpiar la casa o cuidar de los bebés. Según las fuentes de investigación, el juguete más vendido para las pequeñitas, el año pasado, fue un lavaplatos que arroja agua de verdad… ¿Están hablando en serio? Es decepcionante ver que todavía eduquemos a nuestras hijas para el servicio doméstico, exactamente como se hacía hace doscientos años – una época en que las mujeres no votaban, no trabajaban y aún llamaban al marido de mi señor. Ese tiempo ya pasó, pero seguimos repitiendo los mismos patrones de comportamiento con los que fuimos creados. ¿Hasta cuando?
Ya es hora de revisar esos conceptos, amigo.
Estoy seguro de que mi hija no se hará menos femenina si quiere andar de skate, jugar al fútbol o vestirse de superhéroe. Y lo mismo vale para los niños. Jugar a las muñecas, por ejemplo, puede ser un gran ejercicio para un futuro papá amoroso, que aprenderá desde temprano el papel del hombre en la división de tareas domésticas.
Después de todo, el juguete no es de niña o de niño ¡Es de niños y niñas por igual!
¿Qué tiene de malo una niña que le gusten los carritos o un niño que quiere ser barbero?
Respeto y tolerancia son las mejores lecciones que puedo pasar a mi hija, esté jugando en un castillo de piratas o en una cocina de mentira. Por cierto, ella puede ser lo que quieras en el mundo de la fantasía. Incluso una buena ama de casa – ¿por qué no? Pero será educada para descubrir la curación del cáncer, reescribir la teoría de los agujeros negros y, si es preciso, salvar al planeta de una invasión alienígena.
Y si nada de eso sale, que por lo menos deje el mundo un poco mejor de lo que era antes de nacer. Que, para mí, es lo que importa.
Fragmento interpretado al español del libro “Pai de menina”, de Eduardo Buzzinari
Instagram: @_paidemenina
Brasil
traduzido pelo nosso parceiro "Papai Mexicano": https://www.papaimexicano.mx/los-juguetes-tienen-sexo/#comment-23
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Pai deixa a filha de 3 anos escolher as próprias roupas
Darth Vader e Homem-Aranha no lugar das princesas. Cansado do tradicional, o dono de casa e pai de uma garotinha de 3 anos, Simon Ragoonanan, deixa a filha escolher suas próprias roupas e, em seguida, compartilha as fotos nas redes sociais. "Durante os três primeiros anos de nossa filha, minha esposa e eu fizemos o melhor para apresentar a ela uma ampla ideia do que é ser menina. Agora, precisamos deixá-la descobrir quem ela é por si própria", diz o britânico. E ele tem razão! Quem disse que pônei cor-se-rosa é para menina e dinossauro para menino? Deixem os pequeninos experimentarem ser diferentes e fazerem suas próprias escolhas!
domingo, 17 de setembro de 2017
Pai resolve imitar fotos sensuais da filha. Confira o ensaio:
Este é o Chris Martin, o corajoso papai que resolveu imitar as poses sensuais da filha no Instagram para que a menina pudesse refletir melhor sobre seu comportamento.
“Então, minha filha tem postados selfies sensuais dela e, em vez de dizer para ela parar, bem, eu pensei em algo melhor”, declarou Chris. Certo ou errado, o fato é que o papai roubou a cena. Confira o ensaio:
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Menina de sete anos escreve livro para mostrar que crianças negras também podem ser princesas
O pai norte-americano Todd Taylor sempre chamou a filha de “princesa” até o dia em que ela disse que ele não poderia mais chamá-la assim, pois “princesas reais são brancas e eu não poderei ser uma”, contou o pai em entrevista ao jornal Today.
Depois do episódio, o pai se empenhou na pesquisa e encontrou uma série de líderes negras das quais eles se inspiraram a ponto de criar um livro. “Daddy’s Little Princess” (a princesinha do papai, em tradução livre) é o livro escrito em quatro mãos por Morgan Taylor, de 7 anos, e o pai Todd.
O livro já está à venda por U$ 9,99, apenas em inglês.
*não sei se à época já existia a princesa Tiana (da Disney), mas ainda sou mais a pequena Morgan...
Parabéns princesinha!
Fonte: http://www.hypeness.com.br/2016/07/menina-de-7-anos-que-nao-se-sentia-representada-escreve-livro-para-provar-que-negras-tambem-podem-ser-princesas/
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
terça-feira, 15 de agosto de 2017
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
O Primeiro Dia dos Pais
(Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa, de Eduardo Buzzinari)
A primeira vez a gente
nunca esquece. É o que dizem.
O primeiro beijo, a primeira
bicicleta, o primeiro dia de aula, a primeira coxinha de frango com catupiry –
ainda sou capaz de sentir a textura do queijo derretido... Quentinho,
fumegando... Ah, quanto falta para o almoço? O fato é que, quando somos bem
jovens, temos uma experiência incrível com as primeiras vezes. E, à falta de
melhor parâmetro, tudo tem gosto de estreia: dos quadrinhos de super-heróis aos
álbuns de rock n’ roll.
Depois que se passa dos
vinte, entretanto, vem a falsa sensação de que já vimos de tudo. E tudo o que
fazemos é repetir a rotina da falta de novidades. Dia após dia. Aí, de repente
a gente se torna pai! E, num passe de mágica, o ciclo das estreias inicia uma
nova temporada de cenas inéditas em nossas vidas. O primeiro sorriso do bebê, a
primeira palavrinha, a primeira troca de fraldas, o primeiro dentinho, a
primeira golfada no sofá da sala e, é claro, o primeiro dia dos pais. Bravo! Finalmente,
essa história vai me render alguma coisa! E não me venha com esse papo de que é
uma data comercial, criada para atender aos propósitos infames do capitalismo e
etc e etc. Até concordo.
Mas não vou deixar de
comemorar por causa disso.
Afinal, já faz algum tempo
que não recebo nada de dia das crianças e as alternativas que restaram para as
pessoas me presentearem foram apenas o natal e o meu aniversário, já que ainda
não consegui convencer ninguém a me dar coisa alguma pelo dia da bandeira...
Por isso, estou convicto de que o dia dos pais veio para corrigir a minha desvantagem
no calendário festivo nacional.
Ovo de páscoa não conta
como presente, viu!
Estranha foi a sensação
quando minha esposa enfim me perguntou o que eu pretendia ganhar no dia dos
pais. Pensei, pensei, pensei e nada me pareceu bom o suficiente. Então,
percebi.
O melhor presente do mundo
eu já havia ganhado.
Curtiu? Conheça o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa clicando aqui!
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quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Presentes para o Dia dos Pais. Veja as dicas!
Presentes para o Dia dos Pais
Faltam poucos dias para celebrar a data e o papai merece um presentão daqueles. Confira as sugestões do site ClickBebê:
31 de julho de 2017
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Chocolate e diversão
Para os pais que adoram jogar com os amigos, nada como unir chocolate e baralho em um único produto. A caixa Minikop & Cartas acompanha quatro sabores de pastilhas da Kopenhagen e um jogo de baralho exclusivo. Os sabores das pastilhas são: chocolate branco, chocolate ao leite, chocolate ao leite com castanha-de- caju e chocolate amargo 70% cacau. Preço: R$99,99
Papai cheiroso
Esse presente vai deixar seu parceiro ainda mais bonito e cheiroso. O Kit Quasar Desodorante Colônia da Boticário vem com um desodorante colônia de 125ml, uma espuma de barbear de 200ml e também um gel pós barba de 110g, perfeito para deixar o herói da casa ainda mais incrível. Preço: R$129,90
Para guardar os melhores momentos
Fotos são meios de guardar momentos importantes e felizes de nossas vidas, e não há nada melhor do que ter uma moldura especial para deixar à mostra. A loja Imaginarium tem vários modelos feitos especialmente para celebrar a relação dos pais com seus filhos e podem ser ótimos presentes para celebrar a data. Preço: a partir de R$39,90
Tal pai, tal filho
Seu bebê é a cara do pai? Então que tal aumentar ainda mais a semelhança dando roupas iguais para os dois? A marca Heitor Fashion Baby tem vários modelos, tanto para meninos, quanto para as meninas para eles usarem em conjunto com os papais. Preço: R$ 88,00 o kit.
Pijamas engraçadinhos
O seu pequeno segue o papai o dia inteiro igual aos minions, aqueles do filme Meu Malvado Favorito? Para levar a brincadeira a um outro nível, que tal dar pijamas combinando para os dois? Ambos os modelos da Puket lembram muito um e o outro e vai ser divertido ver o bebê junto com o pai nesse modelito. Preço: macacão infantil – R$159,90| Pijama adulto – R$ 189,90
Papai de menina
O seu companheiro é ou vai ser pai de uma menina? O livro Pai de menina, bem-vindo ao mundo cor-de-rosa (Editora Novo Século) é dividido em 30 pequenas crônicas e contos, relatando um pouco sobre a experiência de como é ser pai de menina. Com uma linguagem bastante coloquial e bem-humorada, o livro parece mais um bate-papo entre amigos, abordando de maneira divertida e inusitada temas como a compra do enxoval, a escolha do nome, as piadinhas dos amigos, os desejos da madrugada, o chá de fraldas, entre outros. Preço: R$29,90
Canecas especiais
Uma caneca personalizada vai mostrar todo o seu amor por aquele que é um dos primeiros parceiro de aventuras do bebê. A Loja Uatt? tem vários modelos desses itens, que prometem agradar os papais de todas as idades. Preço: a partir de R$39,90
quinta-feira, 20 de julho de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Casais que soltam "PUM" juntos têm relação mais duradoura. Você acredita?
Parece mentira, mas não é.
Segundo estudo da psicóloga Leah DeCesare, de Rhode Island, Estados Unidos, casais que soltam "pum", um na frente do outro, tendem a ter um relacionamento mais estável e seguro. DeCesare afirma que as pessoas acabam deixando cair a máscara no correr de um relacionamento, de modo que o ápice da intimidade é atingido quando o casal se sente à vontade para partilhar "peidos" debaixo da mesma coberta - acredite quem quiser...
A psicóloga diz que, quando a mulher resolver dar um "peidinho" na frente do namorado ou marido, é uma mostra de exclusividade, é sinal de que ela escolheu aquela pessoa para dividir tamanha intimidade. Assim, soltar um "pum" na frente do parceiro pode significar “eu te amo”, segundo Leah DeCesare. Além disso, "peidar" da frente da pessoa amada é sinal de bom humor, o que, de fato, é fundamental para o bom andamento de qualquer relação.
sexta-feira, 30 de junho de 2017
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Walking Dead Baby
Pais celebram o primeiro aniversário do filho com bolo em formato de cérebro. Em pouco tempo, o pequenino se tornou um legítimo filhote de zumbi! Rsrsrs... Confiram o ensaio:
domingo, 18 de junho de 2017
Filho não se compara!
(Este texto é parte integrante do livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa, de Eduardo Buzzinari)
Logo, logo, sua linda pivetinha vai começar a engatinhar e depois de alguns (ou muitos) tombos ela finalmente vai ensaiar os primeiros passinhos. Por mais desengonçada que a menina possa parecer no início, ela certamente haverá de conseguir. Acredite! E quando isso acontecer, a euforia será geral: você irá contar a novidade para a vovó, para o vovô, pra outra vovó e pro outro vovô, pra madrinha de batismo, pra madrinha de consagração, pra madrinha de toalha, pro padrinho, pras titias, pros titios, pra pediatra, pra obstetra que fez o parto, pros amigos de infância, pra prima da diarista, pra sobrinha da esposa do porteiro, pro seu corretor de seguros, pra sua antiga professora do primário, pro veterinário do seu cachorro e até praquela atendente chata de telemarketing que te liga no meio da madrugada.
Geralmente nessa ordem de prioridades.
E mais. Além de engatinhar e andar, sua princesinha não tardará a embromar os primeiros sons e sílabas e logo estará balbuciando suas primeiras palavrinhas. Pelo menos assim o acharão o papai e a mamãe. Acostumados à convivência diuturna com a pequenina, ambos serão capazes de interpretar qualquer grunhido da piveta como a legítima expressão de uma manifestação intelectual consciente. Estarão convictos disso.
Desta forma, enquanto os outros estarão escutando-a articular sílabas desconexas e incompreensíveis, você e sua esposa garantirão que estão ouvindo perfeitamente ela pedir um biscoito ou perguntar como têm passado as visitas.
Não lhes parece óbvio?
Enfim.
Enfim.
Tudo isso é muito lindo.
O problema todo acontece antes dela começar a engatinhar, falar ou andar. Principalmente quando se encontra com os pais de um bebê da mesma idade que já começou a executar alguma dessas tarefas primeiro que sua filhinha. E pode ter certeza de que, por mais desenvolvida que seja sua princesa, você sempre irá encontrar uma mãe tresloucada dizendo que o filho dela, além de já falar e andar corretamente, ainda toma banho sozinho, toca trombone e resolve equação de segundo grau.
Mas deixe isso pra lá.
Todo mundo sabe que cada criança se desenvolve no seu tempo. Sem neurose. O negócio é curtir sua pivetinha ao máximo, participando de cada pedacinho do seu crescimento. E ponto final. Você e sua esposa verão como tem coisa boa pela frente. Até porque as primeiras palavrinhas dela certamente vão ser mamãe e papai. E seus primeiros passinhos provavelmente serão para lhes dar um abraço.
Mas deixe isso pra lá.
Todo mundo sabe que cada criança se desenvolve no seu tempo. Sem neurose. O negócio é curtir sua pivetinha ao máximo, participando de cada pedacinho do seu crescimento. E ponto final. Você e sua esposa verão como tem coisa boa pela frente. Até porque as primeiras palavrinhas dela certamente vão ser mamãe e papai. E seus primeiros passinhos provavelmente serão para lhes dar um abraço.
Curtiu? Você pode adquirir o livro Pai de Menina: Bem-vindo ao Mundo Cor de Rosa com essa e outras histórias clicando aqui!
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Abaixo-assinado virtual pede a libertação de pai que matou o estuprador da filha
Mais de 11 mil pessoas já assinaram uma campanha online pela libertação do americano Jay Maynor, de 43 anos, sentenciado a 40 anos de prisão por matar o homem que estuprou sua filha em diversas ocasiões quando ela era criança. A sentença de Maynor foi proferida em novembro de 2016.
Em 2014, o pai assassinou a tiros Raymond Earl Brooks, então com 59 anos. Ele foi avô adotivo da menina, hoje com 24 anos e mãe de três crianças. Brooks já havia sido sentenciado, em 2002, a cinco anos de prisão pelo estupro. Segundo familiares, Maynor resolveu matar o criminoso pois a ida a julgamentos sobre o assédio despertava sucessivamente a experiência traumática na filha.
"Basicamente, ele tomou essa decisão para que eu não tivesse que viver novamente o assédio e também ficar na frente de várias pessoas falando sobre isso e trazendo de volta memórias do abuso", falou a filha de Maynor ao site AL.com na época da sentença do pai. "Meu pai estava me protegendo, como um pai deve fazer. Ele é um pai incrível — na verdade, o melhor de todos. Ele nos ama muito", completou, pedindo anonimato.
Agora, a jovem diz estar vivendo em um "inferno" após a decisão sobre a prisão. A campanha, no site Change.org, pede que o presidente Barack Obama e o governador do estado do Alabama intervenham no caso.
Fonte: oglobo.globo.com
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